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10/05/2018

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Por: Erika Cristina

Vômito em Gatos

Não é raro termos conhecimento de algum gatinho que vomita de forma esporádica ou até frequente. Mas o que pode ser? É preciso se preocupar?

Um vômito nunca pode ser algo despreocupante, pois por mais que seja um episódio isolado, pode ser sinal de que alguma coisa não está bem.

Um gatinho que apresenta vômitos pode ter excesso de bolas de pelos, o que não é saudável. É necessárias escovações para remoção de pelo morto e até medicação para ajudar a digestão desses pelos para que sejam eliminados normalmente junto com as fezes, invés de ficar parados no estômago causando vômito.

Às vezes a causa dos vômitos pode indicar a presença de algum corpo estranho. Quando o animal ingere alguma coisa que não é digerível, seja um brinquedo, um objeto, uma linha, isso pode ficar parados no estômago e provocar gastrite enquanto o corpo tenta expelir o objeto através dos vômitos. É preciso fazer o diagnóstico e muitas vezes determinar qual a melhor técnica para remoção do corpo estranho, podendo ser cirurgia ou endoscopia.

Vômito em Gatos: quadros possíveis

Esses vômitos ainda podem indicar uma gastrite ou úlcera gástrica, que pode ter diversas causas. Mas independente da causa, a gastrite precisa ser tratada para não evoluir para algo mais grave. Normalmente o diagnóstico é feito com base nos sintomas clínicos e com ultrassonografia.

Vômitos ainda podem indicar alguma alteração sistêmica, como uma insuficiência renal ou doença hepática. É muito comum estas alterações se manifestarem clinicamente com vômitos. Portanto, exames de sangue e de ultrassom precisam ser feitos para uma melhor avaliação do estado geral do animal e, caso seja diagnosticado alguma das alterações, ser determinado um tratamento.

Portanto, independente da causa, um vômito sempre deve ser levado a sério. Além de indicar várias das alterações aqui descritas, um animal vomitando ainda está desidratando e normalmente impossibilitado de se alimentar, se hidratar e receber medicações por via oral. A melhor decisão a ser tomada é levá-lo para uma consulta com o médico veterinário para que possa ser avaliado adequadamente e diagnosticado corretamente.

Erika Cristina
Médica veterinária
CRMV-SP 38512

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